In The Park: como escolher entre studio, 2 ou 3 quartos?

In The Park: como escolher entre studio, 2 ou 3 quartos?

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Escolher entre studio, 2 ou 3 quartos no In The Park Cidade Jardim não é apenas uma questão de metragem. Cada tipologia atende a um perfil diferente de morador, orçamento e estratégia de compra.

O In The Park, lançamento da RJZ Cyrela no Cidade Jardim, na Barra Olímpica, possui plantas que vão de studios de aproximadamente 32 m² a apartamentos de 3 quartos com cerca de 65 m². Entre essas opções também aparecem unidades de aproximadamente 35 m², que podem assumir configuração de studio ou sala e quarto, e apartamentos de 2 quartos com aproximadamente 54 m². (Lusitano Ferreira)

Essa variedade é justamente um dos pontos que tornam a escolha mais complexa.

Para uma pessoa que pretende morar sozinha, um studio pode oferecer a praticidade necessária. Para um casal que planeja aumentar a família ou precisa de home office, dois quartos podem fazer mais sentido. Já para famílias que precisam de dormitórios adicionais, o apartamento de três quartos entra naturalmente na comparação.

Para quem compra pensando em investimento, os critérios mudam novamente: preço de entrada, quantidade de unidades semelhantes, público potencial de locação, condomínio, liquidez e concorrência futura precisam ser analisados.

Neste guia, vamos comparar as principais plantas do In The Park Cidade Jardim e mostrar o que observar antes de decidir entre studio, 2 ou 3 quartos.

Quais são as plantas do In The Park Cidade Jardim?

O In The Park apresenta uma diversidade de tipologias pouco comum dentro de um mesmo lançamento.

Segundo as informações oficiais da Cyrela, o empreendimento possui unidades entre aproximadamente 32 e 65 m², indo de studios a apartamentos de três dormitórios. (Cyrela)

As principais configurações são:

  • Studio: aproximadamente 32 a 33 m²;
  • Studio ou sala e quarto: aproximadamente 35 a 36 m²;
  • 2 quartos: aproximadamente 54 m²;
  • 3 quartos: aproximadamente 63 a 65 m².

O projeto oficial informa 1.313 unidades residenciais, distribuídas entre os edifícios Boulevard e Park. O material do empreendimento aponta 949 studios, 117 unidades configuráveis como studio ou sala e quarto, 104 apartamentos de dois quartos e 143 apartamentos de três quartos. (Julio Bogoricin Lançamentos)

Esses números são particularmente relevantes para quem pretende investir, como veremos mais adiante.

Onde fica o In The Park?

O In The Park Cidade Jardim está localizado na Avenida Vice-Presidente José Alencar, 1.245, na Barra Olímpica, Rio de Janeiro. (Julio Bogoricin Lançamentos)

O empreendimento faz parte do Cidade Jardim, bairro planejado que reúne condomínios residenciais, parques, praças, ciclovias e outras estruturas de lazer e convivência.

A localização é importante porque a escolha da tipologia não acontece isoladamente.

Quem compra um apartamento menor, por exemplo, pode atribuir maior valor às áreas comuns e à infraestrutura externa, já que parte da rotina de lazer, trabalho e convivência pode acontecer fora da unidade.

Studio do In The Park: para quem faz sentido?

Os studios representam a maior parcela das unidades do projeto.

As plantas ficam principalmente na faixa de 32 a 33 m² e estão concentradas no Edifício Boulevard. (Julio Bogoricin Lançamentos)

Nesse tipo de imóvel, sala e dormitório compartilham uma configuração mais integrada.

Studio para morar sozinho

Para uma pessoa que mora sozinha e não precisa de um segundo dormitório, o studio pode ser suficiente.

A principal vantagem é concentrar as funções da residência em uma área menor.

Por outro lado, o comprador precisa analisar sua rotina de maneira realista.

Quem trabalha diariamente de casa, recebe visitas com frequência ou pretende permanecer muitos anos no imóvel pode sentir falta de ambientes separados.

Por isso, não escolha um studio somente porque ele apresenta menor metragem ou menor preço total.

Pergunte primeiro:

como vou utilizar esse espaço todos os dias?

Studio para casal

Também é possível que um casal considere um studio, especialmente quando ambos possuem uma rotina dinâmica e valorizam um imóvel compacto.

Nesse cenário, organização e armazenamento ganham ainda mais importância.

Armários, espaço para roupas, equipamentos, malas e itens domésticos precisam ser planejados antes da compra.

Um apartamento pode parecer amplo no decorado justamente porque o projeto de interiores foi desenvolvido para aproveitar cada centímetro.

A planta deve ser analisada sem depender exclusivamente dessa percepção.

Studio ou sala e quarto de 35 m²: qual a diferença?

Essa é uma das opções mais interessantes do In The Park para quem está entre o studio tradicional e um apartamento maior.

O projeto possui unidades de aproximadamente 35 a 36 m² que permitem configurações diferentes. (Julio Bogoricin Lançamentos)

A diferença fundamental está na possibilidade de separar o dormitório da área social.

Quando sala e quarto pode ser melhor?

Para quem mora sozinho, mas deseja maior privacidade, separar o quarto pode melhorar bastante a experiência.

Também pode ser interessante para casais ou para quem recebe pessoas em casa.

Imagine, por exemplo, que uma visita esteja na sala.

Em um studio totalmente integrado, o dormitório permanece visualmente conectado ao ambiente social. Na configuração de sala e quarto, essa separação pode trazer maior privacidade.

Quando o studio aberto pode funcionar melhor?

Algumas pessoas preferem amplitude visual.

Eliminar divisões pode aumentar a sensação de espaço e facilitar determinados layouts.

A decisão depende mais do estilo de vida do que de uma resposta universal sobre qual planta é “melhor”.

Apartamento de 2 quartos no In The Park

O In The Park possui apartamentos de 2 quartos com aproximadamente 54 m². (Lusitano Ferreira)

Essa tipologia muda significativamente o perfil do imóvel.

Em vez de um produto predominantemente compacto, temos uma configuração capaz de atender casais, pequenas famílias e pessoas que precisam de um ambiente adicional.

Para casal

Um casal pode utilizar o segundo dormitório de diferentes maneiras:

  • escritório;
  • quarto de hóspedes;
  • closet;
  • espaço para futuro filho;
  • ambiente multifuncional.

Essa flexibilidade pode ser importante para quem pretende permanecer no apartamento por vários anos.

Para quem trabalha em home office

Aqui aparece uma diferença relevante em relação ao studio.

Ter um dormitório dedicado ao trabalho pode facilitar a separação entre vida profissional e residencial.

O In The Park também possui coworking entre os ambientes comuns divulgados pela Cyrela, o que cria uma segunda possibilidade para quem trabalha remotamente. (Cyrela)

Portanto, o comprador pode combinar um espaço dentro do apartamento com a infraestrutura compartilhada do condomínio.

2 quartos para pequenas famílias

Para um casal com um filho, a configuração pode fazer sentido dependendo da necessidade de espaço da família.

Mas é importante analisar as dimensões reais dos ambientes.

Não basta saber que existem dois dormitórios.

Observe onde ficarão cama, armário, escrivaninha e demais móveis.

Em apartamentos compactos, poucos centímetros podem alterar bastante o aproveitamento.

Apartamento de 3 quartos no In The Park

Os apartamentos de três quartos possuem aproximadamente 63 a 65 m², conforme a unidade. (Julio Bogoricin Lançamentos)

É a maior tipologia convencional do empreendimento.

O público tende a ser mais familiar, mas isso não significa que seja uma escolha exclusiva para famílias grandes.

Para quem precisa de mais dormitórios

Uma configuração de três quartos permite diferentes usos.

Uma família pode utilizar todos como dormitórios.

Um casal pode manter um quarto principal, escritório e quarto de hóspedes.

Uma família com filhos pode distribuir os ambientes de acordo com sua composição.

O ponto central é que os dormitórios adicionais aumentam a flexibilidade.

Três quartos em aproximadamente 65 m² é suficiente?

Depende.

Essa é uma pergunta que precisa ser respondida olhando a planta e não apenas a quantidade de dormitórios.

Um apartamento de 65 m² com três quartos trabalha com uma proposta de aproveitamento racional da área.

Para algumas famílias, isso será suficiente.

Para outras, principalmente aquelas acostumadas a apartamentos maiores, a área social ou os dormitórios podem parecer compactos.

Antes da compra, imagine os móveis efetivamente utilizados pela família dentro de cada cômodo.

Studio x 2 quartos: qual escolher?

Essa comparação aparece principalmente entre compradores que poderiam adquirir uma unidade maior, mas não sabem se realmente precisam dela.

O studio tende a favorecer praticidade e menor área privativa.

O 2 quartos favorece flexibilidade de uso e maior separação dos ambientes.

Studio pode fazer mais sentido quando:

o comprador mora sozinho, prefere uma residência compacta, não necessita de escritório independente e pretende aproveitar bastante a infraestrutura do condomínio e do bairro.

Dois quartos podem fazer mais sentido quando:

há necessidade de um ambiente extra, expectativa de formação de família, trabalho frequente em home office ou intenção de permanecer no imóvel durante mudanças futuras da rotina.

O preço também precisa entrar nessa equação.

Não compre metros quadrados que não serão utilizados, mas também não escolha uma planta insuficiente apenas para reduzir o investimento inicial.

2 quartos x 3 quartos: qual escolher?

Aqui, o perfil familiar ganha maior peso.

O apartamento de dois quartos possui aproximadamente 54 m², enquanto o três quartos fica na faixa de 63 a 65 m². (Julio Bogoricin Lançamentos)

A diferença não está somente nos metros adicionais.

Existe um dormitório a mais para acomodar.

Pense nos próximos anos

Uma boa maneira de decidir é imaginar a composição familiar daqui a cinco anos.

Há planos de ter filhos?

Os filhos precisarão de quartos separados?

Alguém trabalha permanentemente de casa?

Familiares costumam passar temporadas no imóvel?

Essas perguntas podem mostrar se o terceiro dormitório representa necessidade real ou apenas uma característica atraente no momento da compra.

Qual planta do In The Park é melhor para investir?

Não existe uma tipologia que seja automaticamente o melhor investimento.

O erro seria assumir que studio sempre rende mais ou que três quartos sempre valoriza mais.

Cada produto atende um mercado diferente.

Investindo em studio

Studios normalmente possuem menor área e podem exigir menor capital total do que unidades maiores do mesmo empreendimento.

Isso pode ampliar o universo de potenciais compradores e locatários.

Porém, existe uma característica específica do In The Park que merece muita atenção: a quantidade de studios.

O material do empreendimento informa 949 unidades de 32 e 33 m², além de outras 117 unidades de 35 e 36 m² configuráveis como studio ou sala e quarto. (Julio Bogoricin Lançamentos)

Isso significa que um investidor precisa considerar a concorrência interna futura.

Na entrega, vários proprietários podem decidir anunciar unidades semelhantes simultaneamente.

Nesse cenário, andar, vista, decoração, mobília, preço pedido e custo mensal podem influenciar bastante a escolha do inquilino.

Investindo em 2 quartos

O projeto prevê 104 unidades dessa tipologia. (Julio Bogoricin Lançamentos)

O público potencial é diferente.

Além de pessoas individuais e casais, o imóvel pode atender pequenas famílias ou moradores que precisam de escritório.

Por outro lado, o capital necessário tende a ser maior do que em uma unidade compacta.

O investidor precisa comparar o aumento do preço de aquisição com a diferença possível de aluguel.

Investindo em 3 quartos

O três quartos trabalha com um público mais familiar.

O projeto prevê 143 unidades nessa categoria. (Julio Bogoricin Lançamentos)

Para investimento, é importante analisar quanto uma família estaria disposta a pagar de aluguel na região e quais outros apartamentos concorrem com o produto.

Não compare apenas com studios do próprio In The Park.

Compare também com apartamentos familiares disponíveis em condomínios próximos.

Quantidade de unidades realmente importa?

Sim, principalmente para investimento.

Imagine dois imóveis idênticos chegando ao mercado de locação.

O proprietário que oferece melhor combinação de preço, andar, vista, mobília e condições pode conquistar o locatário primeiro.

Agora multiplique isso por dezenas de unidades semelhantes.

É por isso que oferta interna deve entrar na conta.

Isso não significa que uma grande quantidade de studios seja necessariamente ruim. Significa apenas que o investidor não pode avaliar a demanda sem observar também a oferta.

Qual unidade escolher dentro da mesma planta?

Depois de decidir entre studio, dois ou três quartos, ainda falta uma etapa importante.

Escolher a unidade.

Dois apartamentos com exatamente a mesma metragem podem proporcionar experiências diferentes.

Andar

Andares mais altos podem oferecer maior abertura visual em determinadas posições, enquanto andares mais baixos podem agradar compradores que valorizam facilidade de acesso.

Não existe uma regra absoluta.

Orientação solar

Observe a incidência de sol na unidade ao longo do dia.

No Rio de Janeiro, essa característica merece atenção especial por causa do clima.

Não confie apenas na posição desenhada no material comercial. Solicite a implantação e entenda a orientação real da unidade.

Vista

O In The Park possui relação importante com o Parque Linear do Cidade Jardim, e o material do empreendimento destaca ambientes voltados para essa área verde. (Lusitano Ferreira)

A vista pode ser relevante, mas precisa ser analisada unidade por unidade.

Proximidade das áreas comuns

Estar perto de elevadores, acessos ou lazer pode ser conveniente para alguns compradores e menos interessante para outros por questões de circulação ou ruído.

Observe a implantação completa.

E o lazer? Ele muda a escolha da planta?

Pode mudar.

O In The Park possui mais de 6 mil m² destinados ao lazer, com ambientes como piscinas, fitness, coworking, espaços para crianças e áreas sociais. (Lusitano Ferreira)

Para quem mora em um studio, as áreas comuns podem assumir importância ainda maior.

Coworking pode funcionar como extensão do espaço de trabalho.

Áreas gourmet podem ser utilizadas para receber grupos maiores.

Academia e ambientes externos ampliam as possibilidades de atividades sem depender da área privativa.

Mas isso não significa que lazer substitua metragem.

O apartamento continuará sendo utilizado diariamente.

O condomínio deve entrar na comparação?

Sim.

Quanto menor o apartamento, maior pode ser proporcionalmente o peso das despesas mensais sobre o custo total de moradia ou sobre a rentabilidade de um investimento.

Antes da compra, procure entender como será estruturado o condomínio e quais despesas estarão incluídas.

Para investidores, isso é ainda mais relevante.

O futuro inquilino normalmente não pensa somente no aluguel.

Ele avalia o custo mensal da moradia.

Como comparar financeiramente as plantas?

Não compare apenas o valor total.

Use pelo menos quatro indicadores.

1. Preço do imóvel

É o capital necessário para a aquisição.

2. Preço por metro quadrado

Calcule:

valor da unidade ÷ área privativa

Esse indicador ajuda a identificar quanto está sendo pago por área, embora não deva ser utilizado sozinho.

3. Fluxo de pagamento

Em um imóvel na planta, entenda sinal, mensais, intermediárias, chaves e saldo futuro.

Os valores e condições podem variar conforme tabela e unidade.

4. Custo futuro

Considere condomínio, IPTU, manutenção, mobiliário e, para investidores, eventuais períodos sem locação.

Qual planta escolher para morar?

Uma forma simples de organizar a decisão é pensar assim:

Studio: maior aderência para quem mora sozinho, busca praticidade e não precisa de ambientes separados.

Studio/sala e quarto: interessante para quem deseja metragem compacta, mas valoriza a possibilidade de separar o dormitório.

2 quartos: opção versátil para casais, pequenas famílias e pessoas que precisam de home office.

3 quartos: tende a atender melhor famílias ou compradores que valorizam dormitórios adicionais e maior flexibilidade.

Essa é uma orientação geral, não uma regra.

O erro de escolher somente pela metragem

Metragem é importante, mas não resolve a decisão.

Dois apartamentos de 54 m² podem apresentar diferenças relevantes em:

  • distribuição;
  • orientação solar;
  • vista;
  • andar;
  • ventilação;
  • proximidade de elevadores;
  • posição na torre;
  • possibilidade de mobiliário.

Por isso, a comparação ideal utiliza planta + implantação + preço + posição.

Perguntas frequentes sobre as plantas do In The Park

Quais são as plantas do In The Park Cidade Jardim?

O empreendimento possui studios de aproximadamente 32 a 33 m², unidades de 35 a 36 m² configuráveis como studio ou sala e quarto, apartamentos de 2 quartos com aproximadamente 54 m² e 3 quartos entre aproximadamente 63 e 65 m². (Julio Bogoricin Lançamentos)

O In The Park possui studio?

Sim. Studios fazem parte da oferta do empreendimento e representam uma parcela significativa das unidades. (Julio Bogoricin Lançamentos)

O In The Park possui apartamentos de 2 quartos?

Sim. O projeto possui unidades de dois quartos com aproximadamente 54 m². (Cyrela)

O In The Park possui 3 quartos?

Sim. Existem apartamentos de três quartos na faixa aproximada de 63 a 65 m². (Julio Bogoricin Lançamentos)

Qual é melhor: studio ou 2 quartos?

Depende do objetivo. Studio pode ser mais compatível com quem busca uma residência compacta. Dois quartos oferece um ambiente adicional e tende a ser mais flexível para casais, home office e pequenas famílias.

Qual é melhor para investir?

Não existe uma resposta universal. É necessário comparar preço de aquisição, aluguel potencial, condomínio, público-alvo e quantidade de unidades concorrentes.

Qual é a maior planta do In The Park?

Entre as tipologias convencionais divulgadas, os apartamentos de três quartos chegam a aproximadamente 65 m². (Cyrela)

Onde fica o In The Park?

O empreendimento fica na Avenida Vice-Presidente José Alencar, 1.245, no Cidade Jardim, Barra Olímpica, Rio de Janeiro. (Julio Bogoricin Lançamentos)

Afinal, studio, 2 ou 3 quartos no In The Park?

A melhor planta do In The Park Cidade Jardim não é necessariamente a maior, a menor ou a mais barata.

É aquela que combina com o objetivo da compra.

Para quem pretende morar sozinho e deseja praticidade, um studio de aproximadamente 32 m² pode atender bem.

Quem deseja manter uma metragem compacta, mas prefere separar dormitório e área social, pode analisar as unidades de 35 a 36 m².

Casais, pequenas famílias e pessoas que precisam de escritório encontram maior flexibilidade nos 2 quartos de aproximadamente 54 m².

Já os 3 quartos de aproximadamente 63 a 65 m² ampliam as possibilidades para famílias e compradores que precisam de mais dormitórios. (Julio Bogoricin Lançamentos)

Para investimento, a análise deve ir além da tipologia. Preço, quantidade de unidades semelhantes, demanda por locação, condomínio e concorrência futura precisam fazer parte da decisão.

Depois de definir a planta, ainda é necessário escolher andar, posição, orientação solar, vista e unidade.

A Lusitano Ferreira acompanha o In The Park Cidade Jardim e pode auxiliar na comparação das plantas e das unidades disponíveis.

O melhor caminho é não começar perguntando apenas:

“Qual é a melhor planta?”

Comece perguntando:

“Qual planta atende melhor meu orçamento, minha rotina e meu objetivo com esse imóvel?”

A partir daí, a comparação entre studio, 2 e 3 quartos se torna muito mais objetiva.

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